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uso de indicadores na gestão de um centro cirúrgico

5 passos para otimizar o uso de indicadores na gestão de um centro cirúrgico

Por: | 2 de dezembro de 2021

Sabemos que os processos dentro de instituições de saúde são bastante complexos e burocráticos. Por isso, o uso de indicadores na gestão de um centro cirúrgico é fundamental para facilitar a coleta, o gerenciamento e a visualização de dados, assim como implementar constantes melhorias dentro dessas organizações.

Por sua vez, a definição dessas métricas é feita com base na estrutura do espaço (percentual de profissionais, horas de treinamentos, qualidade dos instrumentos, tempo de vida útil dos equipamentos, disponibilidade das peças durante as cirurgias e outros), processos internos (relatórios, fichas, tempo médio de permanência e débitos) e resultados (taxas de infecção e mortalidade, por exemplo). 

No entanto, para acompanhar o uso de indicadores na gestão de um centro cirúrgico é crucial otimizar esse processo. Com o objetivo de te ajudar a automatizar o rastreamento dessas métricas e garantir melhores resultados, separamos abaixo algumas dicas. Continue com a sua leitura e confira!

Leia também: 5 erros comuns ao acompanhar indicadores em serviços de anestesiologia

5 passos para otimizar o uso de indicadores na gestão de um centro cirúrgico 

Dentre as principais iniciativas para otimizar o uso de indicadores na gestão de um centro cirúrgico estão:

1. Padronizar a operação

O primeiro passo, sem dúvidas, é padronizar a operação. Para tal, defina os processos que deverão ser seguidos por todos da equipe, o que inclui quais tipos de fichas serão utilizadas, como elas devem ser preenchidas, prazos, periodicidade de análises e outras especificações.

Esse processo ajuda a manter os fluxos internos organizados e facilita a visualização dos dados, garantindo que todas as informações necessárias estejam ao alcance do time.

2. Garantir que todos os médicos “falem a mesma língua”

Com a padronização, é momento de externar esses processos à equipe, ou seja, orientar os médicos acerca dos fluxos adotados, quais indicadores serão utilizados e como eles devem atuar.

Isso significa que os profissionais devem “falar a mesma língua”, afinal, se cada médico seguir por uma iniciativa diferente, dificilmente será possível organizar a operação como se espera.

3. Utilizar fichas eletrônicas

Sabemos que as instituições da saúde estão acelerando a transformação digital, o que tem aumentado a demanda por fichas eletrônicas. 

De maneira geral, essas fichas consistem na virtualização do papel que já era preenchido fisicamente e contém todas as informações acerca do paciente, tratamento realizado, medicamentos e outros dados importantes. 

No entanto, por meio das fichas eletrônicas, os médicos conseguem atualizar informações em tempo real, o que otimiza o acompanhamento dos internados e o uso de indicadores na gestão de um centro cirúrgico.

4. Considerar a experiência dos médicos e pacientes

Não podemos falar sobre métricas sem citar a importância de considerar a experiência dos médicos e pacientes. 

Esses indicadores auxiliam em constantes melhorias internas, assim como identificação rápida de gargalos, garantindo qualidade, segurança e eficiência de toda a operação.

Nesse cenário, prepare maneiras de avaliar qual é a percepção dos seus médicos e pacientes acerca dos processos internos, definindo também a periodicidade dessas análises.

5. Implementar um sistema de gestão

Por fim, a utilização de um sistema de gestão é fundamental para otimizar o acompanhamento de indicadores, isso porque simplifica todo o controle da sua instituição e pode ser facilmente utilizado pelos médicos.

Para adotar uma tecnologia, considere as especificações da ferramenta, suporte oferecido, recursos internos, segurança e capacidade de gerenciamento de acessos. Além disso, opte por uma plataforma intuitiva e responsiva, que se adapte ao cotidiano dos profissionais.

Você pode se interessar: Como fazer uma boa gestão de dados e informações na saúde?

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