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5 erros comuns ao acompanhar indicadores em serviços de anestesiologia

Por: | 9 de novembro de 2021

Acompanhar indicadores de desempenho é crucial para qualquer instituição de saúde, especialmente quando nos referimos aos serviços de anestesiologia.

O monitoramento dessas métricas permite que os gestores tenham um controle muito mais estratégico da operação e dos atendimentos realizados, assim como da percepção dos pacientes e, principalmente, da saúde financeira do espaço.

No entanto, alguns erros nessa análise podem comprometer não somente a veracidade dos dados, mas também o gerenciamento de toda a instituição e a qualidade dos serviços de anestesiologia prestados. Confira abaixo quais são eles e como evitá-los.

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5 erros comuns ao acompanhar indicadores em serviços de anestesiologia

Dentre as principais falhas que atrapalham o acompanhamento de indicadores em serviços de anestesiologia, estão:

  1. Não ter uma ficha de atendimento padrão e devidamente preenchida

Muitas das informações que precisam ser monitoradas pelos médicos e gestores se encontram nas fichas de atendimento, como procedimentos realizados, tempo de permanência do paciente, tempo da cirurgia, tipos de anestesias ministradas e medicações.

Todas essas informações são cruciais para que a instituição consiga enviar as guias de faturamento corretas para as operadoras de saúde. 

O não preenchimento desses dados ou, até mesmo, erros na colocação de informações pode gerar glosas, afetar a disposição de informações e, consequentemente, a veracidade dos indicadores.

  1. Não escolher métricas que realmente fazem sentido de serem avaliadas

Outro erro muito comum está, justamente, na escolha de quais métricas serão acompanhadas. Muitas instituições de saúde não sabem, exatamente, quais são os indicadores que fazem a diferença e acabam se apegando a pequenos detalhes, deixando coisas importantes de lado.

Isso, em grande escala, pode se transformar em uma bola de neve e gerar graves gargalos para a operação. Por essa razão, é crucial compreender que os KPIs que devem ser monitorados são aqueles que estão diretamente relacionados com a qualidade dos serviços prestados, quantidade, dados financeiros e percepção dos pacientes.

  1. Não atualizar os dados com a frequência necessária

Os dados são os ativos mais importantes dos serviços de anestesiologia, porém, para que sejam efetivos, eles precisam estar atualizados. Afinal, de nada adianta analisar métricas com informações antigas ou faltando partes importantes.

Por isso, tenha um controle efetivo e transparente sobre toda a operação, o que inclui atendimentos e processos implementados, assim como jornada dos médicos e outras informações que sejam cruciais para a sua empresa de anestesia.

  1. Não orientar os médicos corretamente

As glosas, geralmente, são causadas por guias preenchidas de maneira incorreta ou enviadas em atraso. 

Para evitar situações como essa, é preciso sempre orientar os médicos corretamente e padronizar os fluxos internos, certificando-se que os profissionais consigam preencher os dados de acordo com o necessário.

  1. Não contar com ferramentas tecnológicas

Por fim, um erro ainda muito comum nas instituições de saúde é não contar com ferramentas tecnológicas para centralizar e organizar esses dados.

Muitas empresas que prestam serviços de anestesiologia ainda utilizam meios tradicionais, como planilhas, fichas em papel e agendas. Esses recursos, no entanto, são limitados e abrem mais espaço para erros, perdas de informações e problemas.

Por isso, o melhor caminho é adotar a inovação e transformar os processos internos por meio da tecnologia. Atualmente, é possível contar com sistemas de gestão completos e específicos para o setor, como é o caso do Volan.

Leia também: Qual a importância da eficiência operacional na saúde?

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  • Produção e recebimento de anestesistas;
  • Gestão de escalas;
  • Experiência do paciente;
  • Gestão da qualidade;
  • Gestão do faturamento e produtividade;

O Volan conta com ferramentas de monitoramento completas integradas em BI, que facilitam o acompanhamento da operação, insights, tomadas de decisões e gerenciamento interno.

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